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      <titleproper encodinganalog="Title">Movimento</titleproper>
      <author encodinganalog="Creator">Centro de Acervo Permanente / APESP 
Centro de Acervo Iconográfico e Cartográfico / APESP 
Centro de Difusão e Apoio à Pesquisa / APESP</author>
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    <unittitle encodinganalog="3.1.2">Movimento</unittitle>
    <unitid  encodinganalog="3.1.1">BR SPAPESP MOV</unitid>
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      <corpname>Movimento</corpname>
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      <extent encodinganalog="3.1.5">- Dimensão: 323 pastas e 15 volumes encadernados (6.994 documentos);
- Suporte: filme, papel, papel emulsionado.

- Gênero: hemerográfico, iconográfico, textual.</extent>
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  <bioghist encodinganalog="3.2.2"><p>Durante as décadas de 1960 e 1970, como crítica e resistência ao último período de governos militares brasileiros (1964 – 1985), desenvolveu-se no país uma nova forma de veículo de comunicação conhecida como “imprensa alternativa”. Esse meio de criação e divulgação de ideias surgiu no bojo da comunidade intelectual do período com a proposta de contrapor-se ao discurso da grande imprensa reconhecida como “oficial” (1). Eram, em sua maioria, pequenos jornais que constituíram importantes espaços de discussão e de reorganização da esquerda e conseguiram estabelecer com o leitor um tipo diferente de diálogo, mais dinâmico, crítico e interativo (2).
Inserido neste contexto surgia na cidade de São Paulo o jornal Movimento, um periódico de suma importância na contestação política da época e na história da imprensa alternativa no Brasil. O semanário nasceu com a proposta de debater questões políticas do quotidiano do país de forma mais complexa e representava diferentes vertentes da oposição ao regime político vigente. Com uma circulação razoavelmente abrangente entre intelectuais, classe média, pequena burguesia, grupos populares organizados, movimentos sociais, trabalhadores urbanos e do campo, lançou sua primeira edição no dia 7 de julho de 1975 (3).
Um dos aspectos de relevância do Movimento foi a qualidade intelectual e política de seus colaboradores. Entre jornalistas, políticos, intelectuais e militantes, passaram pelo jornal figuras como Raimundo Rodrigues Pereira, Bernardo Kucinski, Fernando Henrique Cardoso, Chico Buarque de Holanda, Sérgio Motta, Antonio Carlos Queiroz, Nelson Werneck Sodré, Tania Coelho, Alberto Dias Duarte, Tarso Genro e outros. Outro fator importante para a peculiaridade desse semanário era sua inédita forma jurídica, uma vez que foi pensado como uma empresa jornalística, onde quem escrevia tinha o poder de decisão (4). A ideia era produzir “um jornal dos jornalistas”, sendo a autonomia para escrever e expor ideias, um dos fundamentos da organização (5). Além disso, a propriedade da empresa era dividida entre todos aqueles que de alguma maneira participavam de sua produção, como garantia de uma gestão verdadeiramente democrática.
O Movimentou contava com pontos de apoio em 10 cidades, com sucursais em Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Belém, Salvador, Porto Alegre, Recife, Campinas e Londrina. Além do trabalho jornalístico realizado pelos correspondentes, esses grupos tinham o importante trabalho de propaganda e venda do periódico. Através de assinaturas ou avulsos, os exemplares eram divulgados e vendidos pelos colaboradores principalmente nas universidades, entidades de movimentos populares organizados e em outros lugares onde se concentrava o público alvo do jornal (7).
A construção de uma democracia interna no Movimento foi a principal fonte do grande capital político adquirido e também o que explica sua sustentação ao longo de seis anos apesar das dificuldades financeiras, das divergências internas e dos problemas surgidos das adversidades impostas pela censura e repressão (8).
Apesar de fundamental para o desenvolvimento e fortalecimento do Movimento, o debate sobre a democracia e a linha política que seguia o jornal foram também os pivôs de suas principais divergências internas, culminando no maior episódio de dissidência do semanário, conhecido como ”racha de 77”. A principal razão eram divergências políticas sobre a linha do jornal. Enquanto o grupo de Raimundo Pereira defendia uma aliança com toda oposição à ditadura militar, outro grupo de colaboradores, liderados por Bernardo Kucincski defendia um “jornal socialista”, rejeitando a aproximação com setores capitalistas da sociedade (9).
As divergências no jornal iriam crescer ao longo de 1976, intensificando-se no ano seguinte até que, em 1 de maio de 1977, ocorreria de fato “o racha”, com o pedido de demissão de parte significativa dos participantes do jornal. Além da sede em São Paulo, a sucursal de Belo Horizonte concentrou a maior parte dos dissidentes do semanário (10).
Apesar das perdas sofridas, o periódico conseguiu se reerguer em pouco tempo, por um lado devido à forte sustentação política que ainda possuía, e por outro, pelo fim da censura que chegaria no ano seguinte (11).
O jornal Movimento, que nasceu no contexto de abertura política do então presidente Ernest Geisel, defensor de uma transição democrática de forma “lenta, gradual e segura”, teve logo sua importância reconhecida dentro de um movimento democrático e, dessa forma, sofreu a imposição da censura prévia desde sua edição número 1. Ao longo dos mais de três anos de censura, o semanário foi o último meio de comunicação a ter suspenso o cerceamento em 1978. Durante esse período, foram vetados de suas páginas cerca de seis mil artigos e ilustrações (12).
Logo após a suspensão da censura o jornal teve um breve crescimento para, logo em seguida, sofrer uma queda em sua receita e, por decisão de seu Conselho de Redatores e da Assembleia dos Acionistas, o Movimento encerrou suas atividades, tendo sua última edição, nº 334, publicada em 23 de novembro de 1981.

(1) MONTIEL, R. Movimento: a janela de uma geração. A organização do fundo de arquivo”Jornal Movimento”. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo- Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História Social. São Paulo,1996. AZEVEDO, C. Jornal Movimento: uma reportagem. Belo Horizonte: Manifesto Editora, 2011.
(2) MONTIEL, 1996 p. 60-70.
(3) MONTIEL, 1996; AZEVEDO, 2011.
(4) MONTIEL, 1996, p. 4.
(5) AZEVEDO, 2011, p. 17.
(6) MONTIEL, 1996, p. 48-49.
(7) AZEVEDO, 2011, p. 38-52.
(8) AZEVEDO, 2011, p. 95, p. 164-175.
(9) AZEVEDO, 2011, p. 115-126, p. 145-148.
(10) AZEVEDO, 2011, p. 115-126, p. 145-148.
(11) MONTIEL, 1996; AZEVEDO, 2011.
(12) AZEVEDO, 1996, p. 73-75.</p></bioghist>  <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>O arquivo do jornal Movimento é composto por documentos textuais referentes às áreas administrativa, financeira, redação e editorial. Sua produção editorial está também contemplada, pois compõem o acervo, exemplares de todas as edições publicadas. Completam a documentação, ilustrações produzidas para as publicações, bem como ampliações fotográficas e negativos que faziam parte de seu centro de documentação e pesquisa.
Trata-se de fundo privado com características e complexidades próprias de uma experiência projetada para que todos os seus colaboradores tivessem participação nos rumos do jornal e onde as questões políticas e organizacionais se sobrepunham. Percebe-se, através de seus documentos, que havia uma grande preocupação no jornal em registrar suas atividades como forma de possibilitar uma divulgação efetiva do que se passava no cotidiano do jornal para que todos os colaboradores estivessem cientes dos problemas enfrentados e para que as decisões fossem tomadas coletivamente.
Composto entre outros documentos por pautas de reunião, comunicados de deliberação de reunião, propostas de matérias e artigos, atas de assembleia de acionistas, relatórios de atividade, cartas de colaboradores, redatores e diretores, cartas de leitores, manifestos públicos, pesquisas de opinião, estatutos, regimentos, listas de matérias e fotografias censuradas, propostas de layouts e diagramas, ilustrações, notas fiscais, relatórios financeiros, gráficos de venda, listas de pagamento de pessoal, escalas de trabalho, demonstrativos para acionistas, relatórios de venda, projetos de campanha de assinaturas, tabelas de preços de espaço publicitário, panfletos e cartazes de divulgação, além de dossiês temáticos, como o dossiê sobre a Censura ou o dossiê sobre a Convenção Nacional dos Redatores e Colaboradores do Movimento, o arquivo do jornal Movimento reflete uma acumulação orgânica de documentos gerados no bojo de suas atividades e comprova o desenvolvimento de atividades administrativas, jurídicas e intelectuais da organização (1).

(1). MONTIEL, R. Movimento: a janela de uma geração. A organização do fundo de arquivo”Jornal Movimento”. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo-Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História Social. São Paulo, 1996, p. 48-49.</p></scopecontent>  <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>O primeiro quadro de arranjo do fundo foi elaborado por Rosana Montiel, durante o seu mestrado (1994-1996). A pesquisadora montou um arranjo baseado nas entrevistas com ex-integrantes do jornal, procurando reconstruir sua historicidade, assim como suas estruturas funcionais. Em 2001 a equipe técnica do Arquivo Público do Estado ao elaborar o catálogo do jornal, reconfigurou o arranjo de Montiel reordenando seus subgrupos segundo uma lógica mais funcional. O que se apresenta agora é esta última versão com algumas modificações, como, por exemplo, a introdução do grupo Produção Editorial, onde estão representadas as edições dos jornais, e a definição do subgrupo Centro de Documentação e Pesquisa, do grupo Técnico-Jornalístico, como o mais adequado para abrigar o acervo fotográfico. Outro aprimoramento diz respeito à identificação de tipos documentais presentes em cada grupo.
Os grupos são os seguintes:

&lt;a href=&quot;politico-editorial;isad&quot;&gt;- 106G1 Político-Editorial&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;tecnico-jornalistico;isad&quot;&gt;- 106G2 Técnico-Jornalístico&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;administrativo-financeiro;isad&quot;&gt;- 106G3 Administrativo-Financeiro&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;publicidade-e-vendas;isad&quot;&gt;- 106G4 Publicidade e Vendas&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;sucursais;isad&quot;&gt;- 106G5 Sucursais&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;producao-editorial;isad&quot;&gt;- 106G6 Produção Editorial&lt;/a&gt;</p></arrangement>  <controlaccess>
    <corpname role="Produtor">Movimento</corpname>
  </controlaccess>
  <phystech encodinganalog="3.4.3"><p>A maior parte dos documentos encontra-se em bom estado de conservação, alguns necessitando de pequenos reparos, e outros, eventualmente, em tratamento.</p></phystech>  <custodhist encodinganalog="3.2.3"><p>O acervo do Movimento, que após o encerramento do jornal em 1981, passou por seis depósitos distintos, alguns deles de guarda inadequada (1), ficou, em sua maior parte, sob responsabilidade do antigo diretor, Raimundo Rodrigues Pereira. Durante esse período, sofreu inserções de documentos pós-1981 relacionados às atividades de Raimundo Pereira, na Política Editora. Além disso, parte da documentação acabou ficando desmembrada entre arquivos particulares de colaboradores do jornal (2).

Em 1993, durante sua pesquisa de mestrado, Rosane Montiel interveio junto a Raimundo Rodrigues Pereira para que o arquivo em seu poder fosse transferido para o Centro de Apoio à Pesquisa Histórica (CSPH-USP), do Departamento de História da Universidade de São Paulo. Porém, antes de serem doados para a USP, os documentos foram cedidos ao jornalista Bernardo Kucinski para a conclusão de sua tese de doutorado.

Uma parcela dos documentos, composta por matérias censuradas pelo governo, já havia sido doada pelo próprio Raimundo Pereira ao Centro de Imprensa Alternativa e Cultura Popular - RIOARTE, e posteriormente transferido para o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro em 1994. No entanto, Montiel conseguiu reunir ainda, ao longo de seu trabalho, outros segmentos do acervo do movimento que estavam dissociados, como os documentos da Sucursal Brasília (3).

Em julho de 1998 o acervo foi doado ao Arquivo Público do Estado (APESP) através da professora do Departamento de História da Universidade de São Paulo, Zilda Marcia Gricoli Iokoi.(4). Além da documentação textual, foram doadas as fotografias e todas as edições do semanário, encadernadas em 15 volumes.

Apesar de não configurar a totalidade da documentação acumulada pelo periódico ao longo dos seus seis anos de produção, a parcela da documentação aqui reunida representa parte significativa do acervo original.

(1) MONTIEL, 1996, p. 2.
(2) MONTIEL, R. Movimento: a janela de uma geração. A organização do fundo de arquivo ”Jornal Movimento”. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo- Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História Social. São Paulo,1996, p.33.
(3) MONTIEL, 1996, p. 34-39.
(4) ARQUIVO PÙBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO, Termo de doação, 1998.</p></custodhist>  <processinfo><p>2016</p></processinfo>  <altformavail encodinganalog="3.5.2"><p>&lt;a href=&quot;http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cópias digitais de edições do jornal Movimento no APESP&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/acervo_iconografico&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cópias digitais do acervo fotográfico do jornal Movimento no APESP&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/&quot;  target=&quot;_blank&quot;&gt;Cópias digitais de edições do jornal Movimento na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional&lt;/a&gt;</p></altformavail>  <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3"><p>Jornais O Pasquim, Opinião, Versus e Ex da Coleção de Jornais do APESP
&lt;a href=&quot;http://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/imprensa-alternativa&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coleção Imprensa Alternativa do Arquivo Geral do Rio de Janeiro&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hemeroteca Digital Brasileira da Biblioteca Nacional&lt;/a&gt;</p></relatedmaterial>  <accessrestrict encodinganalog="3.4.1"><p>Sem restrição de acesso.</p></accessrestrict>  <userestrict encodinganalog="3.4.2"><p>O pesquisador que tenha interesse em reproduzir algum segmento do acervo pode fazê-lo com máquina fotográfica própria, preenchendo o pedido de Autorização de Reprodução de Imagens pelo qual se compromete a atribuir os créditos ao Arquivo Público do Estado e declara estar ciente das penalidades previstas por lei quanto à divulgação destas informações.
No caso de obras que não sejam de domínio público, a utilização é de responsabilidade exclusiva do usuário e depende da autorização expressa dos detentores dos direitos, ou na forma da Lei de Direito Autoral (Lei 9.610 de 16 de fevereiro de 1998).</p></userestrict>  <otherfindaid encodinganalog="3.4.5"><p>MONTIEL, Rosane. Movimento: A Janela de uma geração - A organização do fundo de arquivo do jornal Movimento. 1996. Dissertação (Mestrado)- Departamento de História FFLCH-USP. São Paulo, 1996.
ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Catálogo do Arquivo do Jornal Movimento. São Paulo, 2001.
&lt;a href=&quot;http://200.144.6.120/uploads/acervo/iconografico/catalogos/catalogo_movimento.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Catálogo do acervo fotográfico do jornal Movimento. São Paulo, 2015.&lt;/a&gt;</p></otherfindaid><bibliography encodinganalog="3.5.4"><p>ALVES, Maria Helena M. Estado e oposição no Brasil (1964-1984). Petrópolis: Editora Vozes,1984.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÂO PAULO. Catálogo do Arquivo do Jornal Movimento. São Paulo: Imprensa Oficial, 2001.

AZEVEDO, C. Jornal Movimento: uma reportagem. Belo Horizonte: Manifesto Editora, 2011.

BARBALHO, Alexandre. Cultura e imprensa alternativa: a revista de cultura O Saco. Fortaleza: Ed. UECE, 2000.

CAPARELLI,S. Comunicação de massa sem massa. São Paulo: Editora Cortez, 1993.

CHINEM, Rivaldo. Imprensa Alternativa: Jornalismo de oposição e inovação. São Paulo: Ed. Ática, 1995.

FESTA, Regina; SILVA, Carlos Eduardo Lins da. (Orgs.). Comunicação Popular e Alternativa no Brasil. São Paulo: Ed. Paulinas, 1986.

KUCINSKI,B. Jornalistas e Revolucionários: nos tempos da imprensa alternativa. São Paulo: Edusp,2001.

MARTINS, Ana Luiza; LUCA, Tania Regina de. (Orgs.). História da imprensa no Brasil. São Paulo: Contexto, 2008.

MONTIEL, R. Movimento: a janela de uma geração. A organização do fundo de arquivo”Jornal Movimento”. Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo- Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de História Social. São Paulo,1996.
</p></bibliography>
  <dsc type="combined">
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Político-Editorial</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">106G1</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1975/1988" encodinganalog="3.1.3">1975 - 1988</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">- Dimensão: 31 pastas (382 documentos);
- Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>A definição do Grupo Político-Editorial retrata a fundamentação e organização política do jornal “Movimento”, não somente no que tange aos ideais do periódico, mas também como eles se concretizavam na própria organização da instituição. A essa nomenclatura, todos os créditos são de Montiel que, por sua vez, conseguiu compreender a fusão entre os ideais de seus colaboradores e a objetivação desses mesmos ideais na prática cotidiana do jornal.
Encontram-se aqui os documentos relacionados às diretorias editorial e operacional, ao conselho editorial e de direção, ao Grupo Executivo da Edição S/A (GRUEX) e às comissões criadas para debates e resoluções sobre assuntos importantes para o funcionamento do jornal. Também aparece refletida nesse grupo a relação estabelecida entre o jornal e seus apoiadores, formados por instituições, intelectuais, colaboradores e amigos, por meio da qual se procurava a captação de recursos financeiros, pesquisas sobre o perfil de seus leitores e manifestações de apoio político ao jornal.
Esse grupo possui pesquisas de opinião, dossiês sobre censura, manifestos, relatórios, atas de reuniões e assembleias, comunicados, pautas e reuniões, regimentos, propostas para matérias e a correspondência tanto interna, quanto a recebida por leitoras, bem como minutas de cartas enviadas pela direção do jornal, num total 382 documentos. O mais antigo data de janeiro de 1975, já o mais recente, de 1988, faz parte do conjunto de documentos que foi incorporado ao arquivo do jornal quando estava sob a guarda da Editora Política.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>Os conjuntos documentais gerados pelo grupo Político-Editorial estão distribuídos nos seguintes subgrupos:

- 106SG1 Conselho de Redação (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.12 – 106.1.14, 106.1.17, 106.1.19, 106.1.20, 106.1.69 (7 pastas/21 documentos)
- 106SG2 Diretoria (1975-1988):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.1, 106.1.2, 106.1.8, 106.1.11, 106.1.13, 106.1.17, 106.1.18, 106.1.22 – 106.1.30, 106.1.69 (17 pastas/105 documentos);
- 106SG3 Apoio ao Jornal (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.21, 106.1.23 (2 pastas/17 documentos);
- 106SG4 Diretor Editorial (1975-1983)&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.3 – 106.1.7, 106.1.9, 106.1.23 (7 pastas/189 documentos);
- 106SG5 GRUEX (1977-1980):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.15, 106.1.16 (2 pastas/7 documentos);
- 106SG6 Diretor Operacional (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.10 (1 pastas/43 documentos).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP </p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Técnico-Jornalístico</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">106G2</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1972/1995" encodinganalog="3.1.3">1972 - 1995</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 265 pastas (6.116 documentos)
Suporte: filme, papel, papel emulsionado.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Os documentos reunidos no grupo Técnico-Jornalístico refletem a atividade propriamente jornalística, em seus aspectos técnicos, logísticos e de pesquisa. A composição de seus Sub-Grupos foi baseada na formação institucional do próprio jornal, ou seja, observando-se a produção efetiva do jornal.
Encontram-se aqui os documentos relacionados à Editoria Nacional, à redação de São Paulo, responsável pela coordenação da produção e avaliação das edições, aos editoriais, às sucursais e correspondentes, ao centro de documentação, onde se aglutinava o material que servia de subsídio à pesquisa e à produção e arte, responsável pela produção visual do jornal.
Datado entre novembro de 1972 e novembro de 1981, o grupo é composto por documentos como: propostas para reorganização técnica editorial; manual de normas de redação; listas de matérias censuradas; cronogramas de fechamentos, pautas e avaliações das edições; a correspondência referente à coordenação editorial de todas as sucursais, correspondentes e colaboradores do jornal; bem como as ilustrações publicadas e os esboços de diagramas do jornal; dentre outros, num total 284 documentos.
Além disso, encontram-se também neste grupo as fotografias que pertenciam ao Centro de Documentação e Pesquisa do jornal, assim como aquelas incorporadas após seu fim quando o arquivo ainda era utilizado por Raimundo Pereira na Editora Política.
São 5.832 documentos iconográficos organizados em pastas temáticas e nominais, dentre ampliações e contatos fotográficos, distribuídos em 249 pastas. Nas pastas temáticas, documentos que retratam episódios da política nacional durante a ditadura militar e o período de transição, como o assassinato de Vladimir Herzog e Rubens Paiva, as eleições para governador em 1982, o movimento das Diretas Já, a eleição e morte de Tancredo Neves e a Assembleia Constituinte. Já nas pastas nominais, os documentos foram organizados considerando-se personalidades nacionais e internacionais, entre artistas e políticos, como Tancredo Neves, Ulisses Guimarães, Franco Montoro, Oswaldo Aranha, Ary Barroso, Cartola e Vinícius de Moraes.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>Os documentos que compõem o grupo Técnico-Jornalístico estão organizados nos seguintes subgrupos:

- 106SG7 Editora Nacional (1973-1981):&lt;br&gt;                Textual: 106.1.32, 106.1.34 (2 pastas/12 documentos);
- 106SG8 Redação São Paulo (1977-1981):&lt;br&gt;                Textual: 106.1.31, 106.1.33 (2 pastas/8 documentos);
- 106SG9 Editoriais (1975-1981):&lt;br&gt;                Textual: 106.1.35 – 106.1.37 (3 pastas/48 documentos);
- 106SG10 Sucursais e Correspondentes (1973-1981):&lt;br&gt;                Textual: 106.1.39 – 106.1.41 (3 pastas/88 documentos);
- 106SG11 Centro de Documentação e Pesquisa (1972-1995):&lt;br&gt;                Textual: 106.1.37, 106.1.38, 106.1.70 – 106.1.74 (7 pastas/125 documentos);&lt;br&gt;                Iconográfico: ICO MOV 1 – ICO MOV 249 (249 pastas/5.832 documentos);
- 106SG12 Produção e Arte (1979-1981):&lt;br&gt;                Textual: 106.1.37 (1 pasta/3 documentos).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP 
Centro de Acervo Iconográfico e Cartográfico / APESP 
</p></processinfo>    <altformavail encodinganalog="3.5.2"><p>&lt;a href=&quot;http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/acervo_iconografico&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cópias digitais do acervo fotográfico do jornal Movimento no APESP&lt;/a&gt;</p></altformavail>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1"><p>Sem restrição de acesso.</p></accessrestrict>
    <userestrict encodinganalog="3.4.2"><p>O pesquisador que tenha interesse em reproduzir algum segmento do acervo pode fazê-lo com máquina fotográfica própria, preenchendo o pedido de Autorização de Reprodução de Imagens pelo qual se compromete a atribuir os créditos ao Arquivo Público do Estado e declara estar ciente das penalidades previstas por lei quanto à divulgação destas informações.
No caso de obras que não sejam de domínio público, a utilização é de responsabilidade exclusiva do usuário e depende da autorização expressa dos detentores dos direitos, ou na forma da Lei de Direito Autoral (Lei 9.610 de 16 de fevereiro de 1998).</p></userestrict>
    <otherfindaid encodinganalog="3.4.5"><p>&lt;a href=&quot;http://200.144.6.120/uploads/acervo/iconografico/catalogos/catalogo_movimento.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Catálogo do acervo fotográfico do jornal Movimento. São Paulo, 2015.&lt;/a&gt; «</p></otherfindaid>
    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Administrativo-Financeiro</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">106G3</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1975/1982" encodinganalog="3.1.3">1975 - 1982</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 3 pastas (13 documentos);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Esse grupo foi elaborado, com o intuito de adequar ao arranjo, a documentação pertencente aos setores que comportavam atividades ligadas às finanças e aos tramites burocráticos institucionais.
Encontram-se aqui os documentos relacionados às atividades orçamentárias do jornal, controle de ações e acionistas, vendas de ações, gerência e prognósticos orçamentários, vendas de jornais e assinaturas, situação econômico-financeira, patrimônio material e recursos humanos, como admissões e demissões de funcionários.
Produzidos entre janeiro de 1975 e abril de 1982, esse grupo é composto por notas fiscais, notas promissórias, propostas orçamentárias, relatórios de avaliação de desempenho, relatórios financeiros, gráficos de venda, balanços, orçamentos, cobranças, currículos, contratos de compra e venda e a correspondência relacionada ás questões administrativo-financeiras.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>O grupo Administrativo-Financeiro está organizado nos seguintes subgrupos:

- 106SG13 Controle de Ações e Acionistas (1975-1980):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.42 (1 pasta/3 documentos);
- 106SG14 Controle Orçamentário (1975-1982):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.43 (2 pastas/5 documentos);
- 106SG15 Material e Patrimônio (1975-1988):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.44 (1 pastas/1 documento);
- 106SG16 Pessoal (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.44 (1 pastas/2 documentos);
- 106SG17 Controle Administrativo (1976-1980):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.44 (1 pastas/2 documentos).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP 
</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Publicidade e Vendas</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">106G4</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1975/1981" encodinganalog="3.1.3">1975 - 1981</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 5 pastas (20 documentos);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>A documentação desse grupo se refere aos setores do jornal responsáveis pelas estratégias e controles de vendas e publicidade. Encontram-se aqui os documentos relacionados às estratégias e controles de vendas de assinatura e em bancas de jornal e às vendas de espaço publicitário no jornal.
Produzidos entre julho de 1975 e dezembro de 1981, esse grupo possui relatórios de vendas de assinaturas, planilhas de vendas, projetos de campanhas publicitárias, cupons de assinaturas, livros de registro de pagamentos, boletins de vendas, tabelas de preços de assinaturas e de espaços publicitários, panfletos, deliberações de reuniões e a correspondência relacionada ás atividades de publicidade e vendas.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>O grupo Publicidade e Vendas está organizado nos seguintes subgrupos:

- 106SG18 Vendas (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.45 – 106.1.47 (3 pasta/14 documentos);
- 106SG19 Publicidade (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.48, 106.1.49 (2 pastas/6 documentos).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP 
</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Sucursais</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">106G5</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1975/1981" encodinganalog="3.1.3">1975 - 1981</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 20 pastas (130 documentos);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Este Grupo diz respeito à acumulação e produção das sucursais. Ainda que apenas a documentação da Sucursal Brasília esteja presente no fundo, a manutenção do “Grupo Sucursais” justifica-se pela representação da estrutura funcional da instituição e pela eventual incorporação de documentos provenientes de outras sucursais. A documentação relativa a Sucursal Brasília foi incorporada quando arquivo do jornal já se encontrava na USP.
Esta sucursal era responsável pelo acompanhamento das ações relacionadas à censura produzindo relatórios e listas de matéria censuradas. Datados entre junho de 1975 e novembro de 1981, neste grupo encontram-se, também, relatórios, atas de reunião, organogramas, bilhetes, informes de notícias, matérias e artigos produzidos pela sucursal, além de toda a correspondência relacionada.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>O grupo Sucursais está organizado nos seguintes subgrupos:

- 106SG20 Sede São Paulo (1975-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.55 – 106.1.62, 106.1.64 - 66 (11 pastas/24 documentos);
- 106SG21 Redação (1976-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.50 – 106.1.54, 106.1.62, 106.1.67, 106.1.68, 106.1.70 (9 pastas/13 documentos);
- 106SG22 Chefia (1975-1979):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.58, 106.1.67 (2 pastas/25 documentos);
- 106SG23 Vendas (1977-1981):&lt;br&gt;                Pastas: 106.1.63, 106.1.64, 106.1.67 (3 pastas/68 documentos).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP 
</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Produção Editorial</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">106G6</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1975/1981" encodinganalog="3.1.3">1975 - 1981</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 15 volumes encadernados (333 documentos);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>O Grupo Produção Editorial reflete a atividade-fim da instituição reunindo exemplares de cada edição do jornal Movimento, semanário paulista com vocação política e distribuição nacional, vendido em bancas e através de assinaturas.

O jornal foi publicado em São Paulo pela Edição S.A. – Editora de Livros, Jornais e Revistas e impresso e composto nas oficinas do PAT (Publicações e Assistência Técnica Ltda).

As edições, cuja sequencia inicia-se no nº 0 (1975 – edição piloto) e segue do nº 01 (07/07/1975) ao nº 334 (23/11/1981) (1), possuem duas lacunas – os números 15 (1975) (2) e 45 (1976) (3), que foram apreendidos. Mesmo assim, a numeração foi mantida, o que inclui suas edições especiais como as da Anistia ou da Constituinte, sendo conhecidos 333 exemplares.

Na edição de nº 01, constam os seguintes nomes na linha editorial:
Editor: Raimundo Rodrigues Pereira; Conselho Editorial: Alencar Furtado, Audálio Dantas, Chico Buarque de Holanda, Edgar da Mata Machado, Fernando Henrique Cardoso, Hermilo Borba Filho, Orlando Villas-Boas; Diretor Responsável: Antônio Carlos Ferreira; Editores Especiais: Bernardo Kucinski e Marcos Gomes.

Os exemplares medem 28 x 37 cm e possuem, em sua maioria, 24 páginas. Estão encadernados e divididos em 15 volumes.

(1) Edição 334 (23/11/1981), p. 17.
(2) “Depois do episódio da apreensão da edição de nº 15 de Movimento, a PF determinou que todas as edições do semanário fossem impressas antes de serem levadas para a checagem final. Só depois de tudo impresso era dada a ordem de liberação. Antes, isso podia ser conseguido apenas com a apresentação à censura de um “boneco”, um esboço da edição.” (In: Jornal Movimento: uma reportagem. Carlos Azevedo. Com reportagens de Marina Amaral e Natalia Viana. Disponível em: http://www.oficinainforma.com.br/movimento/livro_movimento.html. Acesso em 25/10/2016)
(3) “O jornal foi novamente golpeado com a apreensão total da edição nº 45 (11 de maio de 1976) sobre a situação da mulher no trabalho. ”  (In: Jornal Movimento: uma reportagem. Carlos Azevedo. Com reportagens de Marina Amaral e Natalia Viana. Disponível em: http://www.oficinainforma.com.br/movimento/livro_movimento.html. Acesso em 25/10/2016)</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>Série:
- 106S1 Jornal Movimento (1975-1981)
Localização: Hemeroteca 88/001 - 88/15.</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP 
Centro de Difusão e Apoio à Pesquisa / APESP</p></processinfo>    <altformavail encodinganalog="3.5.2"><p>&lt;a href=&quot;http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cópias digitais de edições do jornal Movimento no APESP&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cópias digitais de edições do jornal Movimento na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional&lt;/a&gt; «</p></altformavail>
    <relatedmaterial encodinganalog="3.5.3"><p>Jornais Pasquim e Opinião da Coleção de Jornais do APESP
&lt;a href=&quot;http://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/imprensa-alternativa&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coleção Imprensa Alternativa do Arquivo Geral do Rio de Janeiro&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hemeroteca Digital Brasileira da Biblioteca Nacional&lt;/a&gt;</p></relatedmaterial>
    <accessrestrict encodinganalog="3.4.1"><p>Sem restrição de acesso.</p></accessrestrict>
    <userestrict encodinganalog="3.4.2"><p>O pesquisador que tenha interesse em reproduzir algum segmento do acervo pode fazê-lo com máquina fotográfica própria, preenchendo o pedido de Autorização de Reprodução de Imagens pelo qual se compromete a atribuir os créditos ao Arquivo Público do Estado e declara estar ciente das penalidades previstas por lei quanto à divulgação destas informações.

No caso de obras que não sejam de domínio público, a utilização é de responsabilidade exclusiva do usuário e depende da autorização expressa dos detentores dos direitos, ou na forma da Lei de Direito Autoral (Lei 9.610 de 16 de fevereiro de 1998).</p></userestrict>
    </c>
  </dsc>
</archdesc>
</ead>
