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      <titleproper encodinganalog="Title">Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo</titleproper>
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Rua Voluntários da Pátria, 596
(ao lado da estação do metrô
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    <unittitle encodinganalog="3.1.2">Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo</unittitle>
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  <bioghist encodinganalog="3.2.2"><p>Com a proclamação da República e a descentralização administrativa e financeira dos entes federativos, o Estado de São Paulo reorganizou o Tesouro Provincial e criou uma Secretaria da Fazenda para dirigir, controlar e fiscalizar a receita e despesa do Estado. Ficaram subordinados ao secretário da Fazenda, a Secretaria, o Tesouro e as estações arrecadadoras. O secretário da Fazenda era responsável por dirigir e fiscalizar todos os negócios dos Tesouro; subscrever os atos do governador relativos à sua pasta; mandar cumprir as determinações concernentes à despesa pública; apresentar o balanço de receita e despesa do Estado; propor medidas referentes às finanças do Estado; e resolver todas as questões relativas ao gracioso ou contencioso, além das questões de ordem interna da sua repartição (1).
O Tesouro do Estado era o órgão fazendário por excelência, exercendo as atribuições de arrecadação, guarda e dispêndio do dinheiro público para pagamento das despesas do Estado. O processo de lançamento e cobrança dos tributos estaduais era feito por intermédio das estações arrecadadoras, enquanto o trabalho administrativo, propriamente dito, era executado pela Secretaria da Fazenda. Cabia à ela todo o expediente e correspondência do secretário, bem como dos títulos, diplomas, leis, decretos e regulamentos que precisavam ser referendados pelo secretário.
A partir de 1900, criou-se um Gabinete para auxiliar o secretário nos atos oficiais; uma Junta da Fazenda responsável pela emissão de apólices da dívida pública, estampilhas de selo e o sorteio das apólices para resgate; e uma Inspetoria Geral do Tesouro, encarregada de dirigir e inspecionar as atividades do Tesouro e das estações arrecadadoras. Além disso, foi criada uma Procuradoria Fiscal para cuidar da assessoria jurídica da Secretaria (2). No ano de 1916, a Junta da Fazenda foi suprimida e suas atribuições, transferidas para o secretário da Fazenda (3). Em 1917, entre outras mudanças, a Secretaria passou a denominar-se Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda e do Tesouro, designação mantida até 1935, quando então passou a ser chamada de Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda (4).
Entre 1892 e 1930,  a Secretaria da Fazenda passou por diversas reorganizações e mudanças no seu quadro administrativo, voltadas sobretudo para a política de proteção dos preços do café (5). Nesse período, além dos órgãos de arrecadação e fiscalização da Fazenda, foram acrescentados à sua estrutura órgãos de planejamento, coordenação e controle da atividade econômica e social do Estado, tais como o Cofre dos Órfãos, o Banco de Crédito Hipotecário e Agrícola do Estado, o Montepio dos Magistrados, a Caixa Beneficente dos Funcionários Púbicos do Estado, a Bolsa Oficial do Café, a Câmara Sindical dos Corretores de Café, a Caixa de Liquidação, os Bancos de Crédito Popular, as Caixas Econômicas do Estado, o Monte do Socorro do Estado, o Instituto Paulista de Defesa Permanente do Café e o Banco do Estado de São Paulo (BANESPA) (6).
No ano de 1935, o Governo do Estado coordenou uma ampla reforma administrativa, depois de um estudo apresentado pelo Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) (7). A Secretaria da Fazenda foi a primeira a ser remodelada, sendo dividida em seis departamentos: um administrativo e cinco técnicos. Pela reforma, ficaram subordinados diretamente ao secretário: o Gabinete, a Secção de Estudos Econômicos e Financeiros, a Diretoria Geral do Tesouro, a Contadoria Central do Estado, a Procuradoria Fiscal da Fazenda e o Tribunal de Impostos e Taxas (8). Houve também o desmembramento da Procuradoria da Fazenda em Procuradoria Judicial e Fiscal (9). No ano seguinte, foi criada a Contadoria Central do Estado, incumbida de organizar, uniformizar e centralizar os serviços de contabilidade da Fazenda (10). Nesse mesmo ano, foi autorizada a construção do seu atual edifício, localizado na avenida Rangel Pestana.
O crescimento das atividades administrativas e financeiras do Estado tornou evidente a necessidade de centralização dos serviços da Fazenda em um único prédio, para solucionar o problema de dispersão do órgão em várias unidades. A obra foi iniciada em 1940, e os trabalhos concluídos somente na década de 1970. Em 1967, foi criado um novo Grupo Executivo de Reforma Administrativa (GERA), para regulamentar as responsabilidades político administrativas nas áreas tributária e financeira (11). Nesse mesmo ano, as áreas de arrecadação e fiscalização foram reestruturadas em Coordenação da Administração Tributária (CAT) e Coordenação da Administração Financeira (CAF). Em 1991, foi criada a Coordenadoria de Crédito e Patrimônio para gerenciar a dívida pública e, em 1996, a Coordenadoria Estadual de Controle Interno para acompanhar a execução orçamentária e os gastos públicos.
A atual estrutura da Secretaria da Fazenda mantém praticamente as mesmas atribuições concebidas em 1892, tendo como objetivo a política e a administração tributária e financeira do Estado. Fazem parte do seu campo funcional o controle interno do Poder Executivo, a gestão de compras e serviços da administração estadual, a execução orçamentária, a administração previdenciária e o fomento econômico do Estado. Estas áreas são coordenadas pelo Gabinete do Secretário, por meio do Conselho de Defesa dos Capitais do Estado – CODEC, do Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte – CODECON, da Coordenadoria da Administração Tributária – CAT, da Coordenadoria da Administração Financeira – CAF, da Coordenadoria de Compras Eletrônicas e de Entidades Descentralizadas – CCE, da Coordenadoria de Tecnologia e Gestão Estratégica – CTG, e da Coordenadoria Geral de Administração – CGA (12).

(1) Decreto nº 29, de 1 de março de 1892, que organiza a Secretaria da Fazenda e reorganiza o Tesouro do Estado.
(2) Regulamento da Secretaria da Fazenda e Tesouro do Estado. Decreto nº 831, de 10 de outubro de 1900. São Paulo: Tipografia do Diário Oficial, 1900; Decreto nº 1.692, de 9 de janeiro de 1909, que reorganiza e dá regulamento à Secretaria da Fazenda e Tesouro do Estado de São Paulo. São Paulo: Tipografia do Diário Oficial, 1909.
(3) Lei nº 1.524, de 27 de dezembro de 1916.
(4) Decreto nº 2.761, de 31 de janeiro de 1917.
(5) LEFEVRE, Eugênio. A Administração do Estado de São Paulo na República Velha. São Paulo: Tip. Cupollo, 1937.
(6) ELIAS, Ibrahim João e NOZOE, Nelson Hideki. Secretaria do Estado dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo: Evolução Histórico-Funcional. São Paulo: Imprensa Oficial, 1979, p.42-45.
(7) IDORT. Reorganização Administrativa do Governo do Estado de São Paulo – Relatório Preliminar. Volume I. São Paulo: Imprensa Oficial, 1935.
(8) Decreto nº 7.333, de 5 de julho de 1935.
(9) Decreto nº 7.331, de 5 de julho de 1935.
(10) Decreto nº 7.539, de 31 de janeiro de 1936.
(11) Decreto nº 48.206, de 20 de julho de 1967.
(12) Decreto nº 60.812, de 30 de setembro de 2014.</p></bioghist>  <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>O fundo da Secretaria da Fazenda é composto por documentos produzidos entre 1880 e 1997, referente à administração financeira e tributária, regulamentação interna, expediente administrativo, acompanhamento funcional e contabilidade da renda pública. Entre os documentos estão escriturações de arrecadação tributária, cadastros de depósitos, exames de contas, declarações de pagamento, balancetes, apólices e contratos. Grande parte do acervo é composto por prontuários funcionais, solicitações de aposentadoria, registros de frequência, leis, portarias, ofícios, cartas, requerimentos, pareceres jurídicos, pedidos de isenção de tributos, livros razão, livros de protocolo, processos administrativos e atas do Tribunal de Taxas e Impostos. Constam também do fundo, os acervos recolhidos do Instituto do Café do Estado e da Bolsa Oficial do Café, que estavam diretamente vinculados à Secretaria da Fazenda, e foram recolhidos após a extinção de cada um dos órgãos.</p></scopecontent>  <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>O arquivo da Secretaria da Fazenda está parcialmente organizado e classificado. A documentação posterior a 1940 foi classificada e avaliada pela Comissão de Avaliação de Documentos de Arquivo (CADA) da Secretaria da Fazenda, de acordo com a Tabela de Temporalidade de Documentos da Administração Pública do Estado de São Paulo. Nem todos os documentos do fundo foram classificados, portanto, não estão ordenados em séries. Ainda assim é possível se ter um desenho claro do seu conjunto. O fundo da Fazenda está dividido em 7 grupos, representativos das principais atividades da Secretaria e da sua estrutura funcional ao longo do tempo. Os grupos são os seguintes:

&lt;a href=&quot;administracao-geral-2;isad&quot;&gt;- 6G1 Administração geral&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;procuradoria-fscal;isad&quot;&gt;- 6G2 Procuradoria Fiscal&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;administracao-financeira;isad&quot;&gt;- 6G3 Administração financeira&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;administracao-tributaria;isad&quot;&gt;- 6G4 Administração tributária&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;credito-e-patrimonio;isad&quot;&gt;- 6G5 Crédito e Patrimônio&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;bolsa-oficial-do-cafe;isad&quot;&gt;- 6G6 Bolsa Oficial do Café&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;instituto-de-cafe-do-estado;isad&quot;&gt;- 6G7 Instituto Oficial do Estado&lt;/a&gt;</p></arrangement>  <controlaccess>
    <corpname role="Produtor">Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ)</corpname>
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  <phystech encodinganalog="3.4.3"><p>Os documentos classificados estão em bom estado de conservação.
- Além dos documentos classificados nos grupos descritos, há ainda 5.568 livros que não foram classificados e se encontram fora de circulação por apresentarem sinais de infestação e aguardando tratamento adequado.</p></phystech>  <custodhist encodinganalog="3.2.3"><p>O acervo da Secretaria da Fazenda, recolhido pelo Arquivo Público do Estado, é constituído por documentos que perduraram até os nossos dias, resistindo às diversas mudanças dos seus locais de guarda, desde 1872, quando teve início a construção de um edifício para abrigar o Tesouro Provincial (1). O local escolhido ficava próximo ao Palácio de Governo, num logradouro chamado mais tarde de rua do Tesouro. Quando da proclamação da República, o arquivo do Tesouro foi considerado um “amontoado desordenado e confuso” e objeto de uma rigorosa ordenação (2). Uma parte desse acervo incluía os registros da extinta Provedoria Real da Fazenda, que foi completamente destruída pela enchente de 1929. O que sobrou dos livros de registro de sesmarias, anteriores a formação da capitania de São Paulo em 1721, foram resgatados pelo Arquivo Público do Estado (3).
Em 1947, antes da mudança do seu arquivo para o prédio novo na avenida Rangel Pestana, os documentos da Secretaria da Fazenda estavam dispersos em 18 repartições diferentes. Como muitas das Secretarias criadas a partir da República, uma parte considerável do seu acervo acabou inutilizado ou descartado, sem obedecer critérios formais (4). Os primeiros recolhimentos da Secretaria da Fazenda foram registrados nos termos encaminhados pela seção do Pré-Arquivo, entre setembro de 1979 e agosto de 1981. Fazem parte desse recolhimento 28 livros de escrituração do Cofre dos Órfãos do Estado de São Paulo (1894-1913) e um livro de registro de “Impostos sobre Prédios” (1886-1887). Vieram também, em 1986, os documentos da Bolsa Oficial do Café, recolhidos da Secretaria da Fazenda após a extinção do órgão.
Em março de 2001, foram recolhidos do Arquivo Intermediário 74 caixas de documentos do Instituto de Café do Estado (1934-1975), órgão vinculado à Secretaria da Fazenda. Na sequência, em outubro de 2002, foram recolhidos aproximadamente 5.568 livros da Secretaria da Fazenda, produzidos entre 1874 e 1968 e transferidos para o Arquivo Intermediário em data ignorada. Esse recolhimento não veio acompanhado de instrumentos de pesquisa e apresentava sinais visíveis de infestação, motivo pelo qual encontra-se isolado dos demais conjuntos documentais do acervo textual permanente. São livros identificados como de pagamento, assentamento, registro e contabilidade, além de livros de ponto e livros caixa. Essa documentação volumosa aguarda tratamento para ser incluída no Guia de Acervo.
Por fim, entre julho de 2015 e fevereiro de 2016, foi realizado o recolhimento de 1.055 caixas de documentos e 196 livros da Secretaria da Fazenda, produzidos 1880 e 1997, completamente higienizados e identificados.

(1) Relatório com que passou a administração da Província de S. Paulo ao Exmo. Presidente Conselheiro Francisco de Carvalho Soares Brandão o vice-presidente Manoel Marcondes de Moura e Costa. São Paulo: Tipografia de Jorge Seckler, 1882, p.13-14.
(2) Exposição apresentada ao Dr. Jorge Tibiriça pelo Dr. Prudente J. de Morais Barros, 1º Governador do Estado de São Paulo, ao passar-lhe a administração no dia 18 de outubro de 1890. São Paulo: Tip. Vanorden &amp;amp; Comp., 1890, p.29.
(3) Ver Inventário de Documentos da Secretaria de Governo da Capitania de São Paulo (1721-1823), p.105-106.
(4) ARQUIVO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Diagnóstico da Situação dos Arquivos do Governo do Estado de São Paulo. São Paulo: Edições Arquivo do Estado, 1987.</p></custodhist>  <processinfo><p>2016</p></processinfo>  <accessrestrict encodinganalog="3.4.1"><p>Sem restrição de acesso.</p></accessrestrict>  <userestrict encodinganalog="3.4.2"><p>Os documentos podem ser reproduzidos por via fotográfica ou digital, mediante acompanhamento dos técnicos responsáveis.</p></userestrict>  <otherfindaid encodinganalog="3.4.5"><p>Inventário da Bolsa Oficial do Café e da Câmara Sindical dos Corretores de Café de Santos. IEB/APESP, 1998
Relação recolhimento de documentos da Secretaria da Fazenda. CADA/SEFAZ, 2015/2016.</p></otherfindaid>
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    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Administração geral</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G1</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1880/1985" encodinganalog="3.1.3">1880 - 1985</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 3 livros e 683 caixas (95,74 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Em 1892, o Tesouro do Estado possuia 61 servidores e a Secretaria da Fazenda, 10. O número total de funcionários se manteve até 1925, quando passou para 234. Em 1935, o quadro de funcionários ficou estabelecido em 581 servidores e em 1939 quadriplicou, totalizando 2.264 servidores (1). Devido à expansão das atividades produtivas do estado, o quadro atual de funcionários da Secretaria da Fazenda ultrapassa 6.000 servidores (2). Em 1896, o perfil técnico da Secretaria foi consolidado, com base numa racionalização rigorosa dos serviços do Tesouro, que implantou na Secretaria da Fazenda uma forte hierarquia burocrática (3). Para gerir o trabalho dos seus servidores, a Secretaria da Fazenda contava com uma Diretoria Geral, encarregada de supervisionar e fiscalizar o trabalho da Secretaria, bem como receber, distribuir e protocolar os papéis dirigidos ao órgão. O diretor geral era diretamente subordinado ao secretário da Fazenda. A nomeação para os cargos no Tesouro era feita por prova de habilitação e as promoções passaram a ser exclusivamente por merecimento, a partir de 1925.
Nesse grupo estão reunidos documentos de assentamento funcional, controle de ponto, expediente interno, concessão de aposentadoria, reforma, licença, disponibilidade e aumento dos vencimentos. Contém ainda atos normativos, ofícios do diretor geral, documentos relativos ao recebimento, distribuição e protocolo dos papéis dirigidos à Secretaria.

(1) IBRAHIN, João Elias e NOZOE, Nelson Hideiki. Secretaria de Estado dos negócios da Fazenda do Estado de São Paulo – Evolução Histórico Funcional. São Paulo: Imprensa Oficial, 1979, p. 171.
(2) &lt;a href=&quot;https://www.fazenda.sp.gov.br/SigeoLei131/Paginas/DDPEEscolhaConsulta.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Portal da transparência&lt;/a&gt;
(3) Decreto nº 336, de 15 de fevereiro de 1896.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>As caixas e livros da Administração Geral ainda não estão classificados e ordenados em séries, permanecendo na ordem em que foram recolhidos. Os documentos estão arranjados nos seguintes conjuntos:

-1-	Leis e portarias (1934-1954)&lt;br&gt;                Caixas: F844, F849, F850, F864 (4 caixas);
-2-	Ofícios (1934-1964)&lt;br&gt;                Caixas: F741-F762 (22 caixas);
-3-	Expedientes (1916-1942)&lt;br&gt;                Caixas: F838, F839, F845, F857, F862, F867, F875, F878, F880, F881 (10 caixas);
-4-	Livros de protocolo (1927-1942)&lt;br&gt;                Livros: E1982, FE1275 (2 livros);
-5-	Prontuários funcionais (1880-1940)&lt;br&gt;                Caixas: F01-F579 (579 caixas);
-6-	Fichas de registro de frequência, dados pessoais e funcionais (1936-1940)&lt;br&gt;                Caixas: F854-F856, F810-F813, F872 (9 caixas);
-7-	Livros de posse de servidores (1917-1985)&lt;br&gt;                Caixas: F869 (1 caixa);
-8-	Processos de aposentadoria (1905-1940)&lt;br&gt;                Caixas: F768 - F801 (34 caixas);
-9-	Processos de requisição de servidores (1885-1940)&lt;br&gt;                Caixas: F763-F767, F814-F817, F831-F835, F840-F842, F860, F861, F870, F871, F874, F877, F879 (24 caixas);
-10-	Registros de ponto (1935-1936)&lt;br&gt;                Livros: FE1273 (1 livro).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    </c>
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      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Procuradoria Fiscal</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G2</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1884/1997" encodinganalog="3.1.3">1884 - 1997</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 5 livros e 176 caixas (24,84 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>A Procuradoria Fiscal era um órgão consultivo e de defesa jurídica da Fazenda e dos interesses do Estado. Cabia a ela promover a cobrança da dívida ativa do Estado e fiscalizar as ações de cobrança, assistindo a todas as arrematações de bens, rendas e contratos da Fazenda, dando pareceres em todos os processos administrativos contra empregados da Fazenda e nas representações contra os mesmos (1). Em 1935, a Procuradoria foi desmembrada em Procuradoria Judicial e Procuradoria Fiscal. A primeira subordinada à Secretaria da Justiça e a segunda, à Fazenda. O desdobramento foi determinado pelas dificuldades na cobrança dos débitos oriundos do atraso de pagamentos de impostos (2). Nesse mesmo ano, criou-se o Tribunal de Impostos e Taxas com a atribuição de julgar, em última instância, os recursos e decisões de competência da Secretaria da Fazenda, emitindo pareceres e sugerindo o aperfeiçoamento do sistema tributário paulista (3).
Nesse grupo estão pareceres jurídicos, processos de ajuizamento, livros de registro de contratos e atas do Tribunal de Impostos e Taxas, entre outros.

 (1) Decreto nº 831, de 10 de outubro de 1900.
 (2) Decreto nº 7.331, de 5 de julho de 1935.
 (3) Decreto nº 7.184, de 05 de junho de 1935.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>As caixas e livros da Procuradoria Fiscal ainda não estão classificados e ordenados em séries, permanecendo na ordem em que foram recolhidos.

-1-	Pareceres jurídicos (1934-1941)&lt;br&gt;                Caixa: F873 (1 caixa);
-2-	Atas das decisões do Tribunal de Impostos e Taxas (1936-1997)&lt;br&gt;                Caixa: F882-F1055 (174 caixas);
-3-	Livros de contratos (1940-1949)&lt;br&gt;                Livros: FE1272 (1 livro);
-4-	Protocolos de mandatos expedidos pelas coletorias (1884-1893)&lt;br&gt;                Livros:  FE1986-FE1889 (4 livros);
-5-	Processos de ajuizamento de cobrança de tributo (1934)&lt;br&gt;                Caixa: F876 (1 caixa).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Administração financeira</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G3</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1888/1995" encodinganalog="3.1.3">1888 - 1995</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 203 livros e 22 caixas (11,16 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Em 1892, cabia à Contadoria do Tesouro a função de “tesoureira” das finanças estaduais, excetuadas aquelas de caráter contencioso (1). A partir de 1906, a seção de contabilidade passou a escriturar todas as operações do Estado, inclusive aquelas decorrentes das operações de valorização do café (2). O aumento dos encargos da administração pública paulista e a necessidade de uniformizar o método contábil das diversas secretarias resultaram na criação de uma Contadoria Central do Estado, em 1935. A Contadoria ficou responsável pela escrituração da receita e despesa do Estado, pela organização da proposta de orçamento, pela tomada de contas dos cofres públicos e do patrimônio do Estado, e pelo controle do movimento das caixas econômicas, organizando, orientando, uniformizando e inspecionando todos os serviços de contabilidade do Estado (3).
Mesmo com a expansão da Secretaria, o serviço de Contadoria Geral do Estado ainda ocupa um lugar no organograma da Coordenadoria da Administração Financeira (CAF), respondendo pela coordenação, organização e orientação dos serviços de contabilidade dos órgãos e entidades da administração pública estadual (4). Fazem parte desse grupo balancetes, livros razão, carteiras de ação, relatórios contábeis, livros caixa e livros de escrituração e tabelas explicativas do orçamento, produzidos pela Contadoria Geral do Estado.

(1)	Decreto nº 29, de 1 de março de 1892.
(2)	 Decreto nº 1.335, de 12 de dezembro de 1905.
(3)	Decreto nº 7.332, de 5 de julho de 1935.
(4)	Decreto nº 60.812, de 30 de setembro de 2014.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>Os documentos da Contadoria ainda não estão classificados e ordenados em séries, permanecendo na ordem em que foram recolhidos. Os conjuntos documentais estão reunidos da seguinte forma:

-1-	Balanços orçamentários (1937-1938)&lt;br&gt;                Caixa: F859 (1 caixa);
-2-	Livros de dotações orçamentárias (1892-1895)&lt;br&gt;                Livros: E54, E2003 (2 livros);
-3-	Relatórios (1899-1939)&lt;br&gt;                Caixa: F843 (1 caixa);&lt;br&gt;                Livro: FE1271 (1 livro);
-4-	Livros-razão (1936-1995)&lt;br&gt;                Caixa: F818-F821 (4 caixas);&lt;br&gt;                Livros: FE1179-FE1260, FE1276-FE1281 (88 livros);
-5-	Livros-caixa (1889-1911)&lt;br&gt;                Livros: E1923, E1948, E1950-E1952, E1970, E1973, E1975, E1977, E2002, E6662, E6700 (12 livros);
-6-	Livros de escrituração de empréstimos aos órfãos (1888-1944)&lt;br&gt;                Livros: E6666-E6693, FE1137-FE1178 (70 livros);
-7-	Livros de escrituração de balancetes (1893-1909)&lt;br&gt;                Caixas: F822-F826 (5 caixas);&lt;br&gt;                Livros: E1931-E1947, E1949 (18 livros);
-8-	Livros de escrituração de verbas e crédito (1888-1912)&lt;br&gt;                Livros: E1974, E1976, E1978, E1920, E1921, E1979, E1981 (7 livros);
-9-	Inscrições de verbas testamentárias (1892-1908)&lt;br&gt;                Livros: E33 (1 livro);
-10-	Conta Corrente do Tesouro (1895-1899)&lt;br&gt;                Livros: E1954-E1956 (3 livros);
-11-	Comunicações de lançamento de Imposto Territorial Rural (1933-1950)&lt;br&gt;                Caixas: F802-F809, F836, F837 (10 caixas);
-12-	Processos de prestação de contas de adiantamento (1939)&lt;br&gt;                Caixa: F868 (1 caixa);
-13-	Tabelas explicativas do orçamento (1961)&lt;br&gt;                Livros: 3.5.13 (1 livro).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Administração tributária</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G4</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1888/1944" encodinganalog="3.1.3">1888 - 1944</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 2 livros e 176 caixas (24,72 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Uma das principais funções do Tesouro, desde o período colonial, era a fiscalização e arrecadação de receita para o Estado. Em 1892, a arrecadação das receitas ordinárias continuou sendo feita pelas recebedorias, coletorias e mesas de renda. Em 1896, o Tesouro foi reorganizado e criada uma subdiretoria de Rendas Públicas e Tomadas de Contas para verificar as contas de todas as estações arrecadadoras, instruindo sobre o modo mais conveniente de prestar contas ao Tesouro (1). Com a reforma de 1935, as atribuições de tomadas de contas foram para a Diretoria de Receita, tendo a seu cargo os serviços de superintendência da arrecadação e de fiscalização dos impostos e taxas. Quatro anos depois, a Diretoria de Receita foi transformada em Departamento, com competência para processar, arrecadar e fiscalizar toda a receita a cargo da Fazenda, estudar as fontes de receita e os métodos de arrecadação, fornecendo ao secretário uma previsão mensal da arrecadação do Estado (2). Atualmente, compete a Diretoria de Arrecadação da Fazenda, vinculada à Coordenadoria da Administração Tributária (CAT), as atribuições ligadas à arrecadação de receitas do Estado.
O grupo contém entre seus conjuntos cadastros de contribuintes, processos de pedido de isenção de tributos e livros de escrituração de impostos e arrecadação.

(1)	Decreto nº 336, de 15 de fevereiro de 1896, art. 11.
(2)	Decreto nº 10.197, de 17 de maio de 1939.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>As caixas e livros da Administração Tributária ainda não estão classificados e ordenados em séries, permanecendo na ordem em que foram recolhidos. Os documentos estão reunidos nos seguintes conjuntos:

-1-	Declarações cadastrais – DECA (1931-1941)&lt;br&gt;                Caixas: F580-F740, F846-F848, F863, F865 (166 caixas);&lt;br&gt;                Livros: FE1274 (1 livro);
-2-	Livros de recolhimento de impostos de transmissão de bens (1888-1944)&lt;br&gt;                Caixas: F827-F830, F851-F853 (7 caixas);
-3-	Editais de lançamento de imposto predial (1937-1940)&lt;br&gt;                Caixas: F858 (1 caixa);
-4-	Processos de pedido de isenção de tributos (1924-1936)&lt;br&gt;                Caixas: F866 (1 caixa);
-5-	Livros de escrituração de arrecadação (1889-1890)&lt;br&gt;                Livros: E44 (1 livro);
-6-	Contas da coletoria do Tesouro (1899-1900)&lt;br&gt;                Caixas: C6605 (1 caixa).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Crédito e Patrimônio</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G5</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1888/1980" encodinganalog="3.1.3">1888 - 1980</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 99 livros e 1 caixa (4,10 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Em 1916 foi criada uma Diretoria de Despesa para responder pela escrituração dos créditos distribuídos às secretarias, o empenho das respectivas verbas e os registros de despesas. Nela eram também registrados todos os processos de pagamento, recebimento e de pessoal contratado pelo Estado. A partir da reforma de 1991, o exame das operações de crédito, dívida e controle do endividamento do Estado ficou a cargo da Coordenadoria de Crédito e Patrimônio. Nesse grupo encontram-se livros de escrituração de crédito e de restituição de pagamentos.

 (1) Lei nº 1.524, de 23 de dezembro de 1916.
 (2) Decreto nº 33.609, de 8 de setembro de 1991.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>As caixas e livros do grupo ainda não estão classificados e ordenados em séries, permanecendo na ordem em que foram recolhidos. Os documentos estão reunidos nos seguintes conjuntos:

-1-	Livros de escrituração de crédito (1888-1926)&lt;br&gt;                Livros: E1920, E1921, E1974, E1976, E1979, E1981 (6 livros);
-2-	Processos de pagamento de restituição (1916-1938)&lt;br&gt;                Caixas: F845 (1 caixa);
-3-	Relações de carteiras de ações (1906-1980)&lt;br&gt;                Livros: FE1056-FE1136 (81 livros);
-4-	Registro de títulos da dívida do Tesouro e guias (1907-1910)&lt;br&gt;                Livros: E1953, E6663 (2 livros);
-5-	Termos de resgate de apólices (1906-1959)&lt;br&gt;                Livros: FE1261-FE1270 (10 livros).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Bolsa Oficial do Café</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G6</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1917/1960" encodinganalog="3.1.3">1917 - 1960</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 205 livros (8,2 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>A Bolsa Oficial do Café era uma autarquia vinculada à Secretaria da Fazenda, criada em 1914 para regularizar o comércio de café na praça de Santos, fixando a cotação das vendas e operações a termo. A Bolsa Oficial do Café foi criada junto da Câmara Sindical dos Corretores de Café, que começou a operar efetivamente em 1917 (1). Pelo seu regimento, além de fixar a cotação do café, a Bolsa tinha a atribuição de garantir a qualidade dos grãos, verificar os estoques e fiscalizar as atividades de corretagem do café. Com a criação da Bolsa, a Secretaria da Fazenda assumiu o papel de órgão de planejamento, coordenação e controle da atividade cafeeira, atuando na proteção de uma das fontes básicas de recursos do Estado: a exportação de café. Em abril de 1986, o governador do Estado tomou providências para a extinção do órgão, que já havia cessado parte de suas atividades na década de 1960. Todos os seus bens, funcionários e arquivo passaram para a responsabilidade da Secretaria da Fazenda (2).

Nesse grupo encontram-se livros que registram as operações cotidianas realizadas pela Bolsa e pela Câmara Sindical dos Corretores de Café, como fiscalização da corretagem, fixação das cotações, controle de estoque, registro de contratos, registro de cotações diárias, índices de exportadores, de recolhimento de taxas, obrigações e arrecadação de emolumentos, além da classificação do café. Contém ainda livros de atas das assembleias do Centro de Corretores de Café, cadastro dos sócios e balancetes da instituição.

 (1) Lei nº 1.416, de 14 de julho de 1914.
 (2) Decreto nº 24.961, de 10 de abril de 1986.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>Os livros da Bolsa do Café e da Câmara Sindical dos Corretores de Café foram organizados e descritos pelos alunos do XII Curso de Especialização em Organização de Arquivos do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP em 1998, e abrangem os seguintes conjuntos:

-1-	Registros de protocolo (1917-1954)&lt;br&gt;                Livros: E14645-E14711, E14717-E14719, E14722, E14802-E14813, E14818-E14833, E14835-E14837, E14841-E14842  (104 livros);
-2-	Registros de exportação (1917-1923)&lt;br&gt;                Livros: E14712-E14715 (4 livros);
-3-	Registros de documentos (1913-1952)&lt;br&gt;                Livros: E14716, EE14720-E14721, E14730-E14733, E14736-E14737, E14742-E14747, E14767-E14768, E14772, E14783, E14785, E14788-E14800, E14814, E14815 (35 livros);
-4-	Registros de presença (1920-1952)&lt;br&gt;                Livros: E14748, E14749, E14764, E14765, E14776-E14782 (12 livros);
-5-	Registros de classificação de café (1931-1937)&lt;br&gt;                Livros: E14750-E14763, E14766, E14784, E14788-E14799 (28 livros);
-6-	Registros de cotação (1920-1947)&lt;br&gt;                Livros: E14769-E14771, E14773-E14775 (6 livros);
-7-	Registros de receita e despesa (1917-1961)&lt;br&gt;                Livros: E14723-E14729, E14738-E14741, E14786-E14787, E14801, E14816, E14817, E14834 (5 livros);
-8-	Registros de exportadores e destinos de exportação (1922-1936)&lt;br&gt;                Livros: E14843-E14848 (6 livros);
-9-	Registros de arrecadação (1920-1923)&lt;br&gt;                Livros: E14838-E14840 (3 livros);
-10- 	Registros de entrada de café (1917-1939)&lt;br&gt;                Livros: E14734-E14735 (2 livros)</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    <otherfindaid encodinganalog="3.4.5"><p>Inventário da Bolsa Oficial do Café e da Câmara Sindical dos Corretores de Café de Santos – IEB/APESP (1998).</p></otherfindaid>
    </c>
    <c level="subfonds">
      <did>
        <unittitle encodinganalog="3.1.2">Instituto de Café do Estado</unittitle>
        <unitid  encodinganalog="3.1.1">6G7</unitid>
        <unitdate datechar="produção" normal="1934/1975" encodinganalog="3.1.3">1934 - 1975</unitdate>
        <physdesc><extent encodinganalog="3.1.5">Dimensão: 69 caixas (9,66 metros lineares);
Suporte: papel.</extent></physdesc>
      </did>
      <scopecontent encodinganalog="3.3.1"><p>Da mesma forma que a Bolsa Oficial do Café, o Instituto Paulista de Defesa Permanente do Café foi criado para apoiar a produção e exportação de café. Como órgão vinculado à Secretaria da Fazenda, cabia ao Instituto a regularização das entradas de café no porto de Santos e a celebração de convênio com os demais estados cafeicultores para a constituição de um fundo de defesa do café (1). Em 1926, o Instituto foi remodelado e sua denominação alterada para Instituto de Café do Estado de São Paulo. Extinto em 1941, quando foi criada a Superintendência dos Serviços do Café, o Instituto acabou reorganizado em 1966, desta vez para proporcionar assistência financeira aos cafeicultores, atuando na renovação da lavoura e na promoção do café paulista (2). Sob tutela administrativa e financeira da Secretaria da Fazenda, o Instituto de Café acabou novamente extinto em 1986 (3).

Nesse grupo estão reunidos relatórios, editais, comunicados, instruções, contratos, livros de registro, processos de pagamento e de prestações de contas, além de fotografias de uma exposição patrocinada pelo Instituto na França.

(1)	Lei nº 2.004, de 19 de dezembro de 1924.
(2)	Lei nº 9.321, de 28 de abril de 1966.
(3)	Lei nº 5.457, de 23 de dezembro de 1986.</p></scopecontent>      <arrangement encodinganalog="3.3.4"><p>Os documentos do Instituto de Café do Estado ainda não estão classificados e ordenados em séries, nem reunidos em conjuntos, permanecendo na ordem em que foram recolhidos.

-1-	Documentos do Instituto de Café do Estado (1934-1975)&lt;br&gt;                Caixas: C10123-C10169, C10175-C10196 (69 caixas).</p></arrangement>    <processinfo><p>2016</p></processinfo>
<processinfo><p>Centro de Acervo Permanente / APESP</p></processinfo>    </c>
  </dsc>
</archdesc>
</ead>
