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  <title>Terras, colonização e imigração</title>

  
  
  <description>Até 1892, os serviços de imigração e colonização eram subordinados à Inspetoria de Terras, Colonização e Imigração. Após a organização da Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, esses serviços passaram a fazer parte integrante da estrutura da Secretaria, inicialmente na 1ª seção e, mais tarde, numa diretoria específica. A Diretoria de Terras, Colonização e Imigração, estabelecida em 1907, era composta por uma seção técnica e outra de expediente. À primeira competia o estudo das questões relativas a terras devolutas, os processos de discriminação e demarcação de propriedade, além da elaboração de projetos para núcleos coloniais, cabendo ainda a fiscalização dos trabalhos de colonização promovidos por entidades particulares com auxílio do Estado. A seção de expediente era responsável por expedir os títulos definitivos de propriedade, pelo seu registro e escrituração, colecionando dados sobre terras devolutas (1).
Fazem parte desse grupo um grande conjunto de maços formado por ofícios, requerimentos e relatórios enviados à Secretaria da Agricultura e à Diretoria de Terras, Colonização e Imigração por inspetores, agências de colonização, consulados, núcleos coloniais, colonos, pela Hospedaria de Imigrantes e por comissários de imigração, tratando de assuntos relativos à imigração, como assentamento de colonos, perda de bagagem, pedidos de restituição de passagem, mapas de entrada e saída de imigrantes, listas de passageiros, passes de viagem, certidões de desembarque, pedidos de repatriação, queixas de maus tratos e solicitações de pagamento por serviços prestados.
A partir de 1930, com a restrição cada vez maior à entrada de estrangeiros no país, iniciou-se uma nova etapa na história da imigração, refletida nos processos produzidos pela Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização, encaminhados à Secretaria da Agricultura, com propostas de introdução de trabalhadores estrangeiros e nacionais na lavoura. Em 1958, a entidade, fundada por acionistas da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, muda de nome e amplia sua missão, passando a se chamar Companhia Agrícola Imobiliária e Colonizadora (CAIC). Atuando como fornecedora de braços para a agricultura, a CAIC operava no sentido de cumprir os programas de colonização e reforma agrária do Estado, oferecendo condições de fixação dos trabalhadores no campo. Em 1987, a CAIC transformou-se em CODASP – Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo, da qual foram recolhidos processos de assentamento de imigrantes e de loteamento, venda e compra de terras (2).

(1)	Decreto nº 1.458, de 10 de abril de 1907.
(2) Decreto nº 27.507, de 29 de outubro de 1987.</description>

  
  
      <date>1827-00-00/1976-00-00</date>
  
  
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      <format>- Dimensão: 875 caixas e 194 livros (130,26 metros lineares)
- Suporte: papel
- Gênero: iconográfico, textual.</format>
  
  <identifier>http://icaatom.arquivoestado.sp.gov.br/ica-atom/index.php/terras-colonizacao-e-imigracao;dc</identifier>

  <identifier>8G6</identifier>

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  <rights>Sem restrição de acesso.</rights>

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